sábado, 9 de julho de 2016

Os Quatro Ventos


O profeta Ezequiel no capitulo 37 foi levado pelo Senhor a um vale cheio de ossos secos. E nesse lugar, o primeiro comando profético que o Senhor dá ao profeta foi de que ele profetizasse e ordenasse o alinhamento dos ossos de acordo com a palavra liberada (veja v. 5-8).
Para que haja a manifestação dos céus aqui na terra é necessário que o a Palavra que tem o poder criativo, que é o Davar, seja liberado através de uma voz profética. Quando a voz profética se levanta, um grande barulho no mundo espiritual começa a acontecer. Esse ruído é um anúncio profético de que uma estrutura espiritual (um exército) está sendo levantada no meio de um ambiente de morte e sequidão espiritual.
Uma vez que o alinhamento foi liberado pela voz profética, os ossos começaram a ter uma cobertura e proteção de carne, tendões e pele. Houve uma integração nessa estrutura formada. Entretanto, não havia fôlego de vida (espírito) nessa estrutura. E, o segundo comando profético foi liberado ao profeta Ezequiel (veja v.9-10).
Para que houvesse a plenitude de vida era necessário que os Quatro Ventos assoprassem sobre essa estrutura. Os Quatro Ventos é uma tipologia do processo que o Espírito traz a nossas vidas, para que venhamos a ter uma plenitude de vida. Isso nos mostra que há diferentes etapas/ciclos/estações de ministração em nossa vida que estarão confirmando o processo de Deus.
Perceba que esses ventos foram ativados no momento em que o Senhor quis que essa estrutura se levantasse (se colocasse de pé), ou seja, se tornasse madura. Somente após o processo de ministração dos Quatro Ventos que iremos ser posicionados, erguidos, levantados, estaremos firmes e inabaláveis. Ficar em pé também denota autoridade sobre as circunstâncias.
O Senhor está estruturando, alinhando, colocando em ordem, dando forma a um exército de homens e mulheres escolhidos por Ele. Por isso há uma palavra profética liberada sobre esse exército de que esses quatro movimentos espirituais estão sendo liberados sobre essa grande e numerosa estrutura que está sendo formada!
Vamos ver cada um desses Quatro Ventos para que compreendamos o processo que existe uma vez que decidimos entrar em um Alinhamento Apostólico:

VENTO LESTE
No hebraico é denominado como vento Qadiym. Chamado também de vento oriental ou vento do oriente. É o vento que se levanta do deserto. Tem como característica trazer o castigo, secar, tirar, despojar, desarraigar, queimar, destruir, estancar, remover as aparências de tudo àquilo que não faz parte do desígnio de Deus para a nossa vida. É um vento selvagem.
Em Oséias 13:15, vemos que o Vento do Leste vai arrancar todos os recursos que não estão de acordo com os propósitos de Deus em nossa vida, que não são para o avanço do Seu Reino. Riquezas e projetos corruptos que não tem como objetivo glorificar a Deus, mas nos desviar dos Seus caminhos serão queimados pelo Vento do Leste.
O Vento do Leste vai destruir todos os meios, os veículos, os métodos que nos desviam do caminho que o Pai determinou (Salmos 48:7). Amizades, relacionamentos, associações, sociedades que nos desviam do propósito serão aniquilados. O destino profético de Jonas era a cidade de Nínive, mas ele começou a ir em direção a Társis, e por isso o Vento do Leste assoprou fortemente sobre a embarcação na qual ele se encontrava, até que ele decidiu voltar ao destino original. O Vento do Leste assopra tão forte que nos empurra e direciona ao nosso destino.
Esse vento também assoprou sobre a casa onde os filhos de Jó estavam reunidos, destruindo totalmente (Jó 1:19). É um vento que será liberado sobre toda a “casa” (linhagem/geração) que não está alinhada a Justiça de Deus.
Os gafanhotos são liberados pelo Vento do Leste (Êxodo 10:13). Eles destroem tudo que impede o processo de Deus em nós. Os gafanhotos não são enviados pelas trevas, mas pelo próprio Deus a fim de que sejamos alinhados ao Seu propósito. Por isso, não adianta repreender o Vento do Leste porque é um vento liberado por Deus para endireitar, ajustar e alinhar a nossa vida (Joel 2:25).
Mas, o Vento do Leste não dura para sempre! Uma vez que Deus corrige as nossas distorções, arranca tudo aquilo que nos afasta do nosso destino profético (Romanos 8:28) e nos direciona novamente a Sua boa, agradável e perfeita vontade, o próprio Pai mudará a direção do vento, e liberará sobre nós a Restituição!
VENTO DO OESTE
No hebraico é denominado como Yam. Também pode ser chamado como vento ocidental ou vento do ocidente. Esse vento se caracteriza por levar os gafanhotos liberados no Vento do Leste (Êxodo 10:19). O Vento do Oeste vem para mudar a situação anterior. É o vento fortíssimo que leva todas as pragas quando nos alinhamos ao propósito do Senhor! É o vento que nos leva a experimentar a restituição.
Na tradução original, este vento se traduz como a palavra que significa “o espírito que traz a água”. Totalmente contrário ao Vento do Leste, que queima e seca, esse vento anuncia a chuva fresca!
Esse foi o vento que o profeta Elias viu quando profetizou a chuva (I Reis 18:43-45). O profeta foi levado a gerar esse vento. É o vento que assopra do Mediterrâneo, que vem do mar, que move a nuvem de chuva.
O vento do Oeste traz as bênçãos após o tratamento dado por Deus no Vento do Leste. Marca uma etapa diferente, pois anuncia grandes mudanças de Deus a favor do Seu povo.
É também o vento que traz o inverno. No natural, esse é um vento muito esperado pelos agricultores, porque prepara para a colheita. No espiritual também é um vento muito esperado para aqueles que “semearam” no Reino e esperam colher abundantemente. Como traz a chuva, o Vento do Oeste esconde o Sol, e faz o céu ficar nublado.



VENTO DO NORTE
No hebraico se define como Aquilon ou Tsaphown. É o vento para falar do desconhecido. É o vento que faz com que os céus se abram. Ele retira as nuvens, ou seja, o que estava escondendo o sol. É o vento que abre a nossa visão, que nos faz ver novamente as coisas celestiais, onde Sol da Justiça começa a se manifestar.
Esse é o vento da Revelação, que faz com que não fiquemos presos na ignorância religiosa (Cantares 4:16). Não podemos chegar a ser a Noiva do Senhor se não passarmos pela operação dos Quatro Ventos. A amada já tinha a fragrância do Noivo. Ela já era madura. Ela já tinha passado pela ministração do Vento do Leste e do Oeste.
A amada se encontrava no jardim, uma dimensão de proteção.  Ela pedia o Vento do Norte para que limpasse todo espírito que pudesse escurecer o ambiente do seu jardim. O Vento do Norte assopra e limpa, despeja toda nuvem das trevas, retira todo véu da religiosidade. Ele tira todas as folhas secas da religiosidade e faz com que tenhamos uma nova fragrância pela revelação (Ezequiel 1:4). A revelação extraordinária do Pai é para aqueles que se encontram do lado de dentro do Jardim, aqueles que estão debaixo do Alinhamento Apostólico.
O Vento do Norte também é um vento frio, ou seja, traz purificação constante e permanente sobre as nossas vidas (Jó 37:9)
VENTO DO SUL
O Vento do Sul no hebraico é chamado de Austro ou Teyman. Se caracteriza por um clima temperado, calor agradável, uma temperatura favorável. A Palavra diz que quando Jó foi tocado, suas vestes estavam mornas, uma característica de que ele já tinha passado pelas ministrações dos ventos anteriores. Seu inverno estava terminando (Jó 37:17)
O Vento do Sul extrai a fragrância das flores. É o vento que traz a Primavera. É o vento que te leva a terra firme para poder cumprir o propósito, tal como aconteceu com o Ap. Paulo (Atos 27:13; Atos 28:13)
A união do Vento Norte com o Vento do Sul produz um redemoinho. Na verdade, o que a Amada estava pedindo era que um portal dimensional se abrisse para que ela pudesse acessar o sobrenatural através dessa conexão dos dois ventos.

Shalom!
Dr. Fernando Guillen
FONTE: http://apostolofernando.com.br/artigos/os-quatro-ventos/

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O MOVER DE DEUS por David Wilkerson


É DEUS EXISTE SIM E GENUINAMENTE NOS DEU E CONTINUA A DAR COM MUITA MISERICÓRDIA OPORTUNIDADES ESPECIAIS DA VERDADE DE JESUS E PRA QUE NÓS IGREJA DE CRISTO SE ARREPENDA E SE APROXIME DE DEUS, NÃO É TARDE POR ISSO LIGADOS NO DISCERNIMENTO QUE O ESPÍRITO SANTO NOS ESCLARECE DEVEMOS TER...







Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=NEiD6FgjEYM

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Tempo de quê???

Quando se abre a Bíblia encontra-se um Deus comprometido com a história humana. Um Deus que ouve o clamor de um povo em sofrimento, um Deus que enxerga ovelhas sem pastor e se comove. Enfim, um Deus que ama. Há diversas intervenções divinas, misericordiosas, a fim de que haja alívio, libertação e salvação. Até que com o nascimento de Jesus, a encarnação do próprio Deus, a mensagem fica mais evidente – o verbo se faz carne (Jo 1.14), e tudo o que se via era graça e verdade.
Em tempos de crise ética, política, econômica, o que esperar? Como agir? Que leitura fazer? Há lição de casa para todo aquele que se diz cristão, afinal, o que não falta é manipulação. Entretanto, ao ver esse Deus da Bíblia, somos inspirados a orar, cheios de esperança.
Nenhuma dor é ignorada, nenhum sofrimento é desconhecido de Deus. As soluções não são mágicas, uma longa trajetória parece ainda nos aguardar, e, fazemos parte daquilo que construímos. Mas, qual o lugar da oração nesses dias.
Mais do que orar por vingança dentro de nossa leitura limitada, de suposta justiça aos nossos olhos turvos, é colocar-se diante de Deus com um coração disposto a ouvir e reconhecer Deus mesmo em tempos difíceis.
Preocupados com o futuro, entregues à ansiedade, engasgamos com o presente, não digerimos o cotidiano, e o mal estar se instala. Abre-se as portas para o desespero, a língua para uma crítica que pouco propõe, sem sabedoria e sem respeito.

Davi, em tempos difíceis, ora e diz: “Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas inscritas no teu livro? Em Deus, cuja palavra eu louvo, no Senhor, cuja palavra eu louvo, neste Deus ponho minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer o homem?” (Sl 56.8,10-11). A oração tem o potencial de nos reorientar, nos trazer paz, nos tratar, nos ajudar a reconhecer e bendizer a Deus.
Salomão, filho de Davi, também ora e numa noite ouve o Senhor, que lhe diz: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos…” (II Cr 7.14). O que nos indica a necessidade de orarmos, e que enquanto o fazemos, podemos reconhecer quem somos, a quem verdadeiramente buscamos e entrarmos, ou prosseguirmos, num profundo processo de conversão.
O teólogo Karl Barth dizia que “entrelaçar as mãos em oração é o começo de uma revolução contra a desordem do mundo”. O pastor e professor Eugene Peterson faz a seguinte colocação: “uma vida de oração nos obriga a lidar com a realidade do mundo e de nossas próprias vidas a uma profundidade e a um nível de honestidade raramente experimentados pelos que não oram, além de muita daquela realidade que, certamente, evitaríamos se nos fosse possível”. E o escritor Philip Yancey, comenta que “na oração ficamos perante Deus para interceder por nossa situação, bem como pela situação dos que nos rodeiam. Nesse processo, o ato da oração me dá coragem para participar do trabalho de transformar o mundo num lugar em que a vontade do Pai é de fato feita como é no céu. Afinal, somos o corpo de Cristo na Terra; ele não tem outras mãos a não ser as nossas. E, contudo, para agirmos como Corpo de Cristo, precisamos de uma ligação ininterrupta com a Cabeça [Jesus]”. Ou seja, a oração nos leva a olhar mais uma vez, atentamente, a Jesus. A oração nos conduz a uma observação mais profunda da atitude de Jesus diante da corrupção, da miséria humana, diante dos negligenciados e privilegiados.
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/tempo-de-que/

Profetizando contra o cansaço

Os motivos são diversos: ansiedade, estresse, decepções, e muitos outros. Mas o fato é que o cansaço surge em nossas vidas e pode causar danos muito graves, e precisamos aprender a lidar com ele, para que nossas vidas sejam guardadas.
O cansaço pode ser físico devido a muitas atividades que podemos estar desenvolvendo. Contudo, ele pode ter uma razão espiritual, ou, ainda que físico, afetar a nossa vida espiritual. Se estamos muito cansados, rapidamente não temos fôlego para orar, e assim começamos um declínio que não precisávamos passar em nossas vidas.
Independentemente das razões, todos passamos por momentos assim e precisamos buscar em Deus um cuidado específico com as nossas vidas a esse respeito.
Há uma dualidade referente ao cansaço que precisamos entender. Por um lado, o cansaço é favorável, em alguns aspectos. Sim, pois nos faz reagir àquilo que devemos deixar, liberando e removendo isso das nossas vidas.
Por outro lado, existem coisas que temos que continuar a produzir e jamais deixar. O cansaço nunca deve nos roubar aquilo que é o propósito de Deus para as nossas vidas. Mas o problema é que retemos o que não deveríamos e liberamos o que o jamais poderíamos.
O cansaço nos leva a proferir palavras de maldição a respeito de nós mesmos, dos outros, do nosso ministério. Usamos as nossas bocas para profetizar aquilo que não deveríamos.
Nós precisamos abrir a nossa boca a favor do mundo e não contra ele. Os lábios servem para declarar bençãos e vida, e não maldição e morte.
Existem momentos em que chegamos ao nosso limite e temos, ainda que falsa, uma forte convicção de que não vamos mais conseguir sair desse momento de fadiga. Então, precisamos nos fortalecer no Senhor para ultrapassar esse limite.
“Cinja os lombos de força e fortalece os braços. (…) A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações”. (Pv 31:17,25)
Perceba que conselhos preciosos o Senhor nos dá nesse texto: nos vestir de força e dignidade e nos libertar de preocupações com o dia de amanhã.
Percebemos um momento semelhante na vida do profeta Ezequiel. No capítulo 37, ele é levado a um lugar onde há um vale com muitos ossos secos, um exército morto e deteriorado, como muitas áreas das nossas vidas podem estar hoje.
Mas Ezequiel, movido pelo Espírito, começou a liberar palavras que levaram aquele exército à vida. Precisamos compreender o poder criador que a Palavra de Deus produz em nós. E, se há poder em nossas palavras, elas não devem causar destruição.
Podemos e devemos nos abrir ao Deus que sonda o nosso coração e ao qual pertencemos e dizer sobre o nosso cansaço e esgotamento. Contudo, o cuidado deve estar em não liberarmos palavras de maldição sobre as nossas vidas.
Podemos até ter razão em pensar que não há mais como surgir vida nessa situação; que não há mais nenhuma possibilidade de nascer algo novo em determinadas áreas. Podemos estar certos quanto a isso. A questão aqui não é negar a realidade, mas crer no poder sobrenatural de Deus.
“Portanto, quem quiser amar a vida e ver dias felizes, refreie a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade”. (I Pe 3:10)
Não sei pelo que tem passado, mas te convido a profetizar sobre isso pela parte do Senhor. Declare sobre esses ossos secos palavras de vida e de transformação.
“Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes. E brotarão como a erva, como salgueiros junto aos ribeiros das águas”; (Is 44:3-4)
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/profetizando-contra-o-cansaco/

Porque Deus não impede o mal...?!


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Ler a Bíblia é Preciso...


Navegadores da antiguidade diziam “Navegar é preciso, viver não é preciso”, porém para nós, que pertencemos ao Senhor Jesus cremos que o navegar só é preciso quando temos o Senhor na direção e que o nosso viver só tem sentido se tivermos a Palavra de Deus como guia. Para 65% dos brasileiros esse quadro é uma realidade, pois leem a Bíblia diariamente. Esse dado foi constatado por meio de pesquisa elaborada pelo Instituto Pró-livro que avaliou a intensidade, forma, motivação e condições de leitura da população brasileira.



As Sagradas Escrituras também aparecem na pesquisa como a obra mais marcante para os brasileiros e apenas 10% dos lares, no país, não possui Bíblias. Esse estudo demonstra que a Palavra de Deus tem alcançado mais pessoas e famílias. Entretanto, pelo fato de haver 41,1 milhões de pessoas que leem, estudam e meditam na Palavra não podemos nos conformar, pelo contrário, o nosso desejo deve ser o de aprender e conhecer mais do Senhor e de fazê-lo conhecido. De acordo com o pastor Augusto Cornélio, do projeto Bíblia na Ponta da Língua, a Palavra é importantíssima para a manutenção da vida espiritual do crente. “A leitura da Bíblia é essencial para o crescimento e para vida da pessoa. Nós podemos comparar essa leitura à alimentação. A pessoa não vive sem alimento ela precisa dele para viver, a mesma coisa acontece em relação à Palavra, sem ela a pessoa não vive, não“tem saúde e não tem nada, pois esse alimento proporciona vida, saúde e longevidade.” O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” declara o Senhor em Oseias 4.6. A destruição física, emocional, psicológica e espiritual pode vir na vida daqueles que negligenciarem a leitura bíblica. Não é possível desfrutar de um viver abundante sem conhecer o que Deus tem reservado para os filhos que Ele ama. Infelizmente, ainda existem pessoas que abrem a Bíblia só quando vão aos cultos aos domingos. Porém, o Senhor deseja falar com seus filhos todos os dias e em todo o tempo, por isso, se você o ama, ame conhecer e aprender os mandamentos dele, é o que afirma o Pr. Cornélio. “Amar a Palavra é uma maneira de amar a Deus e as pessoas. Precisamos ter mais carinho com Deus ouvindo e praticando. Se habituar a ler a Bíblia é uma forma de demonstrar o amor por Aquele que nos criou e nos amou, tem saúde e não tem nada, pois esse alimento proporciona vida, saúde e longevidade.”

Fonte: Desconhecido