domingo, 8 de janeiro de 2017

Você precisa remover os Desleais

João 13.27-30
O assunto lealdade e deslealdade é muito atual, mas Jesus já nos ensinava um princípio básico para lidar com ele. Remova as pessoas desleais rapidamente da sua vida, não adie a saída delas. Por que Jesus mandou que Judas fizesse logo o que tinha para fazer? Será que foi por ser uma ferramenta para o processo de redenção ou porque Satanás havia entrado nele e poderia influenciar os outros onze? Precisamos eliminar aqueles que estão debaixo de maldição, mas insistimos, assim como Samuel com Saul.

Não queria o que Deus condenou. Acã levou maldição para o arraial por tomar posse do que Deus havia rejeitado e por isso Israel perdeu a batalha. Precisamos ter essa postura de apressar a saída dos Acãs de nosso meio. Há pessoas que fazem da casa um lugar para que todos lancem suas murmurações, um lugar de encontro dos descontentes, insatisfeitos, desgostosos, aborrecidos, medíocres. Pessoas assim não nos permitem conquistar nossos objetivos.
Quem é não comigo é contra mim. Quem não ajunta espalha. São frases que nos fazem analisar a qualidade das pessoas que nos rodeiam. Mas faça um exercício melhor, pense em você e cheque a sua lealdade. Você pode não perceber que está se tornando desleal. E não adianta afugentar quem age assim, se trata os outros da mesma maneira.

Acenda o fogo para afugentar as víboras. Quando se acende o fogo em uma floresta, é possível ver muita coisa se mexendo. Quando o fogo aparecer, muita deslealdade e infidelidade vão aparecer. Às vezes, é necessário criar condições para expor elementos desleais. Não resista a esse processo de Deus. Jesus precisava ser direto com Judas para não contaminar os outros discípulos. É dessa mesma forma que você precisa agir para não ser contaminado ou deixar que um contamine todos a sua volta.
Peça ao Senhor para acender a fogueira e muitas víboras vão fugir.
:: JOEL PEREIRA
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/voce-precisa-remover-os-desleais/

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Salvador ou ditador? Eis a questão...

Imagine esta situação: No mar aberto acabara de ocorrer um trágico acidente de um Cruzeiro e lá está você um dos primeiros a sobreviver e fugir para longe do perigo; A seguir é você que se oferece para socorrer as vítimas de afogamento, de repente, você resgatando aquelas vidas se comporta de um forma inesperada, isto é, ensinando as pessoas como se salvarem de uma catástrofe, uns percebendo sua atitude simultaneamente enquanto ajudam e outros não porque a única atenção era ajudar aquelas pessoas.


Assim ocorre espiritualmente na realidade, enquanto Jesus O Rei da Glória desempenha sua função de SALVADOR de almas, de corações, de fraquezas mentais, mazelas pessoais, drogas, enfermidades, sexualidade, familiar, financeiro, iniquidades e pecados, nós em contrapartida medimos força com o próprio Deus Pai em tomar o lugar de Cristo e como tal procede mal, ou seja, influência debilitadamente ditando regras absurdas com seus achismos e opiniões em como ser salvo por Jesus, isto não é obra do Espírito Santo; Saul por exemplo não se importou com a Vontade do Senhor descrito biblicamente em 1 Sm 13:12 e de forma errada realizou no lugar do Profeta o que não lhe devia, por isto há pessoas hoje em dia que são ditadores com boas idéias até e que mesmo assim  corrompem os princípios genuínos dos Céus como Yeshua atua no processo de resgate pessoal em cada vida.



 Portanto, a questão é você opta pelo Salvador Jesus que te cuida e lhe deixa livre ou se livra com opinião alheia de um ditador que somos nós seres humanos? 
REFLITAM...

sábado, 9 de julho de 2016

Os Quatro Ventos


O profeta Ezequiel no capitulo 37 foi levado pelo Senhor a um vale cheio de ossos secos. E nesse lugar, o primeiro comando profético que o Senhor dá ao profeta foi de que ele profetizasse e ordenasse o alinhamento dos ossos de acordo com a palavra liberada (veja v. 5-8).
Para que haja a manifestação dos céus aqui na terra é necessário que o a Palavra que tem o poder criativo, que é o Davar, seja liberado através de uma voz profética. Quando a voz profética se levanta, um grande barulho no mundo espiritual começa a acontecer. Esse ruído é um anúncio profético de que uma estrutura espiritual (um exército) está sendo levantada no meio de um ambiente de morte e sequidão espiritual.
Uma vez que o alinhamento foi liberado pela voz profética, os ossos começaram a ter uma cobertura e proteção de carne, tendões e pele. Houve uma integração nessa estrutura formada. Entretanto, não havia fôlego de vida (espírito) nessa estrutura. E, o segundo comando profético foi liberado ao profeta Ezequiel (veja v.9-10).
Para que houvesse a plenitude de vida era necessário que os Quatro Ventos assoprassem sobre essa estrutura. Os Quatro Ventos é uma tipologia do processo que o Espírito traz a nossas vidas, para que venhamos a ter uma plenitude de vida. Isso nos mostra que há diferentes etapas/ciclos/estações de ministração em nossa vida que estarão confirmando o processo de Deus.
Perceba que esses ventos foram ativados no momento em que o Senhor quis que essa estrutura se levantasse (se colocasse de pé), ou seja, se tornasse madura. Somente após o processo de ministração dos Quatro Ventos que iremos ser posicionados, erguidos, levantados, estaremos firmes e inabaláveis. Ficar em pé também denota autoridade sobre as circunstâncias.
O Senhor está estruturando, alinhando, colocando em ordem, dando forma a um exército de homens e mulheres escolhidos por Ele. Por isso há uma palavra profética liberada sobre esse exército de que esses quatro movimentos espirituais estão sendo liberados sobre essa grande e numerosa estrutura que está sendo formada!
Vamos ver cada um desses Quatro Ventos para que compreendamos o processo que existe uma vez que decidimos entrar em um Alinhamento Apostólico:


VENTO LESTE
No hebraico é denominado como vento Qadiym. Chamado também de vento oriental ou vento do oriente. É o vento que se levanta do deserto. Tem como característica trazer o castigo, secar, tirar, despojar, desarraigar, queimar, destruir, estancar, remover as aparências de tudo àquilo que não faz parte do desígnio de Deus para a nossa vida. É um vento selvagem.
Em Oséias 13:15, vemos que o Vento do Leste vai arrancar todos os recursos que não estão de acordo com os propósitos de Deus em nossa vida, que não são para o avanço do Seu Reino. Riquezas e projetos corruptos que não tem como objetivo glorificar a Deus, mas nos desviar dos Seus caminhos serão queimados pelo Vento do Leste.
O Vento do Leste vai destruir todos os meios, os veículos, os métodos que nos desviam do caminho que o Pai determinou (Salmos 48:7). Amizades, relacionamentos, associações, sociedades que nos desviam do propósito serão aniquilados. O destino profético de Jonas era a cidade de Nínive, mas ele começou a ir em direção a Társis, e por isso o Vento do Leste assoprou fortemente sobre a embarcação na qual ele se encontrava, até que ele decidiu voltar ao destino original. O Vento do Leste assopra tão forte que nos empurra e direciona ao nosso destino.
Esse vento também assoprou sobre a casa onde os filhos de Jó estavam reunidos, destruindo totalmente (Jó 1:19). É um vento que será liberado sobre toda a “casa” (linhagem/geração) que não está alinhada a Justiça de Deus.
Os gafanhotos são liberados pelo Vento do Leste (Êxodo 10:13). Eles destroem tudo que impede o processo de Deus em nós. Os gafanhotos não são enviados pelas trevas, mas pelo próprio Deus a fim de que sejamos alinhados ao Seu propósito. Por isso, não adianta repreender o Vento do Leste porque é um vento liberado por Deus para endireitar, ajustar e alinhar a nossa vida (Joel 2:25).
Mas, o Vento do Leste não dura para sempre! Uma vez que Deus corrige as nossas distorções, arranca tudo aquilo que nos afasta do nosso destino profético (Romanos 8:28) e nos direciona novamente a Sua boa, agradável e perfeita vontade, o próprio Pai mudará a direção do vento, e liberará sobre nós a Restituição!
VENTO DO OESTE
No hebraico é denominado como Yam. Também pode ser chamado como vento ocidental ou vento do ocidente. Esse vento se caracteriza por levar os gafanhotos liberados no Vento do Leste (Êxodo 10:19). O Vento do Oeste vem para mudar a situação anterior. É o vento fortíssimo que leva todas as pragas quando nos alinhamos ao propósito do Senhor! É o vento que nos leva a experimentar a restituição.
Na tradução original, este vento se traduz como a palavra que significa “o espírito que traz a água”. Totalmente contrário ao Vento do Leste, que queima e seca, esse vento anuncia a chuva fresca!
Esse foi o vento que o profeta Elias viu quando profetizou a chuva (I Reis 18:43-45). O profeta foi levado a gerar esse vento. É o vento que assopra do Mediterrâneo, que vem do mar, que move a nuvem de chuva.
O vento do Oeste traz as bênçãos após o tratamento dado por Deus no Vento do Leste. Marca uma etapa diferente, pois anuncia grandes mudanças de Deus a favor do Seu povo.
É também o vento que traz o inverno. No natural, esse é um vento muito esperado pelos agricultores, porque prepara para a colheita. No espiritual também é um vento muito esperado para aqueles que “semearam” no Reino e esperam colher abundantemente. Como traz a chuva, o Vento do Oeste esconde o Sol, e faz o céu ficar nublado.



VENTO DO NORTE
No hebraico se define como Aquilon ou Tsaphown. É o vento para falar do desconhecido. É o vento que faz com que os céus se abram. Ele retira as nuvens, ou seja, o que estava escondendo o sol. É o vento que abre a nossa visão, que nos faz ver novamente as coisas celestiais, onde Sol da Justiça começa a se manifestar.
Esse é o vento da Revelação, que faz com que não fiquemos presos na ignorância religiosa (Cantares 4:16). Não podemos chegar a ser a Noiva do Senhor se não passarmos pela operação dos Quatro Ventos. A amada já tinha a fragrância do Noivo. Ela já era madura. Ela já tinha passado pela ministração do Vento do Leste e do Oeste.
A amada se encontrava no jardim, uma dimensão de proteção.  Ela pedia o Vento do Norte para que limpasse todo espírito que pudesse escurecer o ambiente do seu jardim. O Vento do Norte assopra e limpa, despeja toda nuvem das trevas, retira todo véu da religiosidade. Ele tira todas as folhas secas da religiosidade e faz com que tenhamos uma nova fragrância pela revelação (Ezequiel 1:4). A revelação extraordinária do Pai é para aqueles que se encontram do lado de dentro do Jardim, aqueles que estão debaixo do Alinhamento Apostólico.
O Vento do Norte também é um vento frio, ou seja, traz purificação constante e permanente sobre as nossas vidas (Jó 37:9)
VENTO DO SUL
O Vento do Sul no hebraico é chamado de Austro ou Teyman. Se caracteriza por um clima temperado, calor agradável, uma temperatura favorável. A Palavra diz que quando Jó foi tocado, suas vestes estavam mornas, uma característica de que ele já tinha passado pelas ministrações dos ventos anteriores. Seu inverno estava terminando (Jó 37:17)
O Vento do Sul extrai a fragrância das flores. É o vento que traz a Primavera. É o vento que te leva a terra firme para poder cumprir o propósito, tal como aconteceu com o Ap. Paulo (Atos 27:13; Atos 28:13)
A união do Vento Norte com o Vento do Sul produz um redemoinho. Na verdade, o que a Amada estava pedindo era que um portal dimensional se abrisse para que ela pudesse acessar o sobrenatural através dessa conexão dos dois ventos.


Shalom!
Dr. Fernando Guillen
FONTE: http://apostolofernando.com.br/artigos/os-quatro-ventos/

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O MOVER DE DEUS por David Wilkerson


É DEUS EXISTE SIM E GENUINAMENTE NOS DEU E CONTINUA A DAR COM MUITA MISERICÓRDIA OPORTUNIDADES ESPECIAIS DA VERDADE DE JESUS E PRA QUE NÓS IGREJA DE CRISTO SE ARREPENDA E SE APROXIME DE DEUS, NÃO É TARDE POR ISSO LIGADOS NO DISCERNIMENTO QUE O ESPÍRITO SANTO NOS ESCLARECE DEVEMOS TER...







Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=NEiD6FgjEYM

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Tempo de quê???

Quando se abre a Bíblia encontra-se um Deus comprometido com a história humana. Um Deus que ouve o clamor de um povo em sofrimento, um Deus que enxerga ovelhas sem pastor e se comove. Enfim, um Deus que ama. Há diversas intervenções divinas, misericordiosas, a fim de que haja alívio, libertação e salvação. Até que com o nascimento de Jesus, a encarnação do próprio Deus, a mensagem fica mais evidente – o verbo se faz carne (Jo 1.14), e tudo o que se via era graça e verdade.
Em tempos de crise ética, política, econômica, o que esperar? Como agir? Que leitura fazer? Há lição de casa para todo aquele que se diz cristão, afinal, o que não falta é manipulação. Entretanto, ao ver esse Deus da Bíblia, somos inspirados a orar, cheios de esperança.
Nenhuma dor é ignorada, nenhum sofrimento é desconhecido de Deus. As soluções não são mágicas, uma longa trajetória parece ainda nos aguardar, e, fazemos parte daquilo que construímos. Mas, qual o lugar da oração nesses dias.
Mais do que orar por vingança dentro de nossa leitura limitada, de suposta justiça aos nossos olhos turvos, é colocar-se diante de Deus com um coração disposto a ouvir e reconhecer Deus mesmo em tempos difíceis.
Preocupados com o futuro, entregues à ansiedade, engasgamos com o presente, não digerimos o cotidiano, e o mal estar se instala. Abre-se as portas para o desespero, a língua para uma crítica que pouco propõe, sem sabedoria e sem respeito.

Davi, em tempos difíceis, ora e diz: “Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas inscritas no teu livro? Em Deus, cuja palavra eu louvo, no Senhor, cuja palavra eu louvo, neste Deus ponho minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer o homem?” (Sl 56.8,10-11). A oração tem o potencial de nos reorientar, nos trazer paz, nos tratar, nos ajudar a reconhecer e bendizer a Deus.
Salomão, filho de Davi, também ora e numa noite ouve o Senhor, que lhe diz: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos…” (II Cr 7.14). O que nos indica a necessidade de orarmos, e que enquanto o fazemos, podemos reconhecer quem somos, a quem verdadeiramente buscamos e entrarmos, ou prosseguirmos, num profundo processo de conversão.
O teólogo Karl Barth dizia que “entrelaçar as mãos em oração é o começo de uma revolução contra a desordem do mundo”. O pastor e professor Eugene Peterson faz a seguinte colocação: “uma vida de oração nos obriga a lidar com a realidade do mundo e de nossas próprias vidas a uma profundidade e a um nível de honestidade raramente experimentados pelos que não oram, além de muita daquela realidade que, certamente, evitaríamos se nos fosse possível”. E o escritor Philip Yancey, comenta que “na oração ficamos perante Deus para interceder por nossa situação, bem como pela situação dos que nos rodeiam. Nesse processo, o ato da oração me dá coragem para participar do trabalho de transformar o mundo num lugar em que a vontade do Pai é de fato feita como é no céu. Afinal, somos o corpo de Cristo na Terra; ele não tem outras mãos a não ser as nossas. E, contudo, para agirmos como Corpo de Cristo, precisamos de uma ligação ininterrupta com a Cabeça [Jesus]”. Ou seja, a oração nos leva a olhar mais uma vez, atentamente, a Jesus. A oração nos conduz a uma observação mais profunda da atitude de Jesus diante da corrupção, da miséria humana, diante dos negligenciados e privilegiados.
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/tempo-de-que/

Profetizando contra o cansaço

Os motivos são diversos: ansiedade, estresse, decepções, e muitos outros. Mas o fato é que o cansaço surge em nossas vidas e pode causar danos muito graves, e precisamos aprender a lidar com ele, para que nossas vidas sejam guardadas.
O cansaço pode ser físico devido a muitas atividades que podemos estar desenvolvendo. Contudo, ele pode ter uma razão espiritual, ou, ainda que físico, afetar a nossa vida espiritual. Se estamos muito cansados, rapidamente não temos fôlego para orar, e assim começamos um declínio que não precisávamos passar em nossas vidas.
Independentemente das razões, todos passamos por momentos assim e precisamos buscar em Deus um cuidado específico com as nossas vidas a esse respeito.
Há uma dualidade referente ao cansaço que precisamos entender. Por um lado, o cansaço é favorável, em alguns aspectos. Sim, pois nos faz reagir àquilo que devemos deixar, liberando e removendo isso das nossas vidas.
Por outro lado, existem coisas que temos que continuar a produzir e jamais deixar. O cansaço nunca deve nos roubar aquilo que é o propósito de Deus para as nossas vidas. Mas o problema é que retemos o que não deveríamos e liberamos o que o jamais poderíamos.
O cansaço nos leva a proferir palavras de maldição a respeito de nós mesmos, dos outros, do nosso ministério. Usamos as nossas bocas para profetizar aquilo que não deveríamos.
Nós precisamos abrir a nossa boca a favor do mundo e não contra ele. Os lábios servem para declarar bençãos e vida, e não maldição e morte.
Existem momentos em que chegamos ao nosso limite e temos, ainda que falsa, uma forte convicção de que não vamos mais conseguir sair desse momento de fadiga. Então, precisamos nos fortalecer no Senhor para ultrapassar esse limite.
“Cinja os lombos de força e fortalece os braços. (…) A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações”. (Pv 31:17,25)
Perceba que conselhos preciosos o Senhor nos dá nesse texto: nos vestir de força e dignidade e nos libertar de preocupações com o dia de amanhã.
Percebemos um momento semelhante na vida do profeta Ezequiel. No capítulo 37, ele é levado a um lugar onde há um vale com muitos ossos secos, um exército morto e deteriorado, como muitas áreas das nossas vidas podem estar hoje.
Mas Ezequiel, movido pelo Espírito, começou a liberar palavras que levaram aquele exército à vida. Precisamos compreender o poder criador que a Palavra de Deus produz em nós. E, se há poder em nossas palavras, elas não devem causar destruição.
Podemos e devemos nos abrir ao Deus que sonda o nosso coração e ao qual pertencemos e dizer sobre o nosso cansaço e esgotamento. Contudo, o cuidado deve estar em não liberarmos palavras de maldição sobre as nossas vidas.
Podemos até ter razão em pensar que não há mais como surgir vida nessa situação; que não há mais nenhuma possibilidade de nascer algo novo em determinadas áreas. Podemos estar certos quanto a isso. A questão aqui não é negar a realidade, mas crer no poder sobrenatural de Deus.
“Portanto, quem quiser amar a vida e ver dias felizes, refreie a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade”. (I Pe 3:10)
Não sei pelo que tem passado, mas te convido a profetizar sobre isso pela parte do Senhor. Declare sobre esses ossos secos palavras de vida e de transformação.
“Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes. E brotarão como a erva, como salgueiros junto aos ribeiros das águas”; (Is 44:3-4)
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/profetizando-contra-o-cansaco/