sábado, 27 de dezembro de 2014

Se não escaparmos do pecado, não escaparemos do choro

Se quisermos chorar menos, temos de pecar menos. Existe uma relação entre choro e pecado. Seja pecado próprio, seja pecado dos outros. Seja pecado recente, seja pecado remoto. Naturalmente, o pecado de grande vulto provoca muito mais lágrimas que o pecado de menos gravidade. Mas, se não escaparmos do pecado, não escaparemos das lágrimas.
Em suas memórias, ao saber em primeira mão que a cidade de seus antepassados ainda estava em ruínas, Neemias escreve: “Quando ouvi isso, eu me sentei e chorei. Durante alguns dias, eu fiquei chorando e não comi nada” (Ne 1.4). No ano 586 antes de Cristo, o exército de Nabucodonozor, rei da Babilônia, entrou em Jerusalém e incendiou o Templo de Salomão, o palácio do rei e as casas das pessoas mais importantes da cidade, além de derrubar suas muralhas e levar para fora do país boa parte de sua população (Jr 52.12-34). Essa tragédia sem igual aconteceu por causa do pecado dos reis e do povo de Israel, como os profetas anunciaram repetidas vezes e com bastante antecedência.
Personagens importantes choraram amargamente depois de terem pecado contra Deus. O que aconteceu com Pedro quando o galo cantou na casa de Caifás? Marcos conta: “Então Pedro caiu em si e começou a chorar” (14.72). Os dois outros Evangelhos Sinóticos são mais enfáticos: “Então Pedro saiu dali e chorou amargamente” (Mt 26.75; Lc 22.62).

O advérbio “amargamente”, relacionado com o sofrimento causado pelo pecado, aparece pelo menos mais uma vez na Bíblia. Na época dos juízes, todas as tribos de Israel choraram amargamente na presença de Deus (Jz 21.2). E não era para menos, pois o povo cometeu uma longa série de erros para corrigir o brutal abuso contra uma mulher em trânsito pela cidade benjamita de Gibeá, a ponto de deixá-la morta em frente à porta da casa onde ela havia se hospedado. O pecado dos rapazes que cometeram a violência sexual acabou provocando uma guerra civil que matou 65 mil soldados e a população masculina de Gibeá (Jz 19.1-20.48). Depois de tal pecado, o que se poderia fazer, senão chorar amargamente?
Chora-se imediatamente após o pecado ou algum tempo depois por causa do peso da mão do Senhor sobre a cabeça do pecador, por causa do remorso, por causa do arrependimento, por causa das consequências naturais, por causa da vergonha do pecado cometido diante da família, da igreja e da sociedade, por causa do castigo infligido em vida pelos homens e por Deus.

Quanto mais vincularmos o pecado ao choro, melhor será para o gênero humano. É um benefício que se presta ao pecador. É uma prova de amor que se lhe dá. É uma pregação do evangelho. Porque, além de todos os choros que acontecem dentro do tempo, há outro choro, do outro lado da vida terrena. Um choro diferente, que não passa, não acaba, não termina. É o choro eterno, provocado pelo pecado não assumido, não confessado, não colocado nos ombros do “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, não perdoado, não redimido. É impressionante o fato de Jesus se referir seis vezes a esse choro em seus discursos e parábolas (Mt 8.12; 13.42, 50; 22.13; 24.51; 25.30). Em todos esses versículos, Jesus declara que na eternidade os não salvos serão jogados fora, na escuridão, na fornalha de fogo, “onde vão chorar e ranger os dentes de desespero”!
Se em nossa presente caminhada quisermos chorar menos, temos de pecar menos. Mas, se o pecador não redimido não quiser chorar para sempre na eternidade, que ele seja humilde hoje e aceite o evangelho!

:: Ultimato

Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/se-nao-escaparmos-do-pecado-nao-escaparemos-do-choro/

Quem conhece bem seus muitos erros não peca quando enumera seus poucos acertos

Em ocasiões diferentes, dois homens proclamaram diante de Deus o bom comportamento que tinham. Um deles foi mais resumido: “Ó Deus, eu te agradeço porque não sou avarento, nem desonesto, nem imoral como as outras pessoas” (Lc 18.11).
O outro foi mais detalhado: “O Senhor me recompensa porque sou honesto; ele me abençoa porque sou inocente. Eu tenho feito a vontade do Senhor e nunca cometi o pecado de abandonar o meu Deus. Eu tenho cumprido todas as suas leis e não tenho desobedecido aos seus mandamentos. O Senhor sabe que não cometi nenhuma falta e que tenho ficado longe do mal. Assim ele me recompensa porque sou honesto e porque não sou culpado de nada” (Sl 18.20-24).
A primeira palavra foi proferida por um fariseu; a segunda, pelo salmista. É para levar a sério o testemunho deles? Eles estavam falando a verdade? Foram pronunciamentos feitos com humildade, com o temor do Senhor?

Dá para desconfiar do primeiro. Principalmente porque ele viu um publicano ali perto e agradeceu a Deus por não ser igual a ele. Em segundo lugar, porque a história diz que ele voltou para casa de mãos vazias e o outro voltou para casa em paz com Deus. Em terceiro, porque se trata de um fariseu, que tinha o costume de lavar o copo só por fora e de parecer boa pessoa exteriormente, embora por dentro fosse uma pessoa cheia de mentiras e pecados (Mt 23.27-28). Até hoje, fariseu é sinônimo de hipócrita e fingido.
Quanto ao outro, seu testemunho merece confiança. Davi é uma alma descoberta. É aquele que chora publicamente: “Estou cansado de tanto chorar” (Sl 6.6). É aquele que menciona sua fragilidade publicamente: “Eu sou pobre e necessitado” (Sl 40.17). É aquele que confessa pecados publicamente: “Resolvi confessar tudo a ti, e tu perdoaste todos os meus pecados” (Sl 32.5).
Se no Salmo 18 Davi enumera suas virtudes, no Salmo seguinte ele ora: “Quem pode ver os seus próprios erros? Purifica-me, Senhor, das faltas que cometo sem perceber. Livra-me também dos pecados que cometo por vontade própria; não permitas que eles me dominem” (Sl 19.12-13). Outra coisa a favor de Davi é que ele chama Deus de sua testemunha: “O Senhor sabe que não cometi nenhuma falta e que tenho ficado longe do mal”; “Ele sabe que não sou culpado de nada” (Sl 18.23-24).
Todavia, há uma crítica a fazer. Em seu entusiasmo pela santidade, Davi se esquece daquele desagradável e odioso parêntese envolvendo seu adultério com Bate-Seba e o assassinato de Urias (2Sm 11). Ele não deveria ter escrito “não cometi nenhuma falta” no Salmo 18 nem “Tenho andado sempre nos teus caminhos e nunca me desviei deles” no Salmo 17 (verso 5). Ele poderia ter escrito que não tinha cometido delito algum “a não ser no caso de Urias”, como faz o Primeiro Livro dos Reis (15.5). A rigor, melhor seria escrever “a não ser o caso de Urias, o caso da contagem do povo (2Sm 24), o caso de meus excessos militares (1Rs 5.3) e outros casos menores”!

Davi tinha consciência de seu bom comportamento e também de seu mau comportamento: “Conheço bem os meus erros” (Sl 51.3). Quem conhece bem os seus muitos erros não peca quando enumera seus poucos acertos!
Fotos: Internet
:: Ultimato
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/quem-conhece-bem-seus-muitos-erros-nao-peca-quando-enumera-seus-poucos-acertos/

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

NÃO ESMOREÇA...

“Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? (Lucas 18.7)
Certa vez, nos relata o Evangelho de Lucas, Jesus contou aos seus ouvintes uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer (Lc 18.1-8). O ensino foi válido para a ocasião, e continua sendo de suma importância para nós, os discípulos da atualidade. Jesus é conhecedor do interior e das intenções do coração humano. O Mestre sabia que muitos dos seus seguidores, em algum momento ou circunstância da vida orariam, orariam, orariam e, por fim, esmoreceriam. Será que isso já aconteceu com você?
Infelizmente, posso testemunhar que isso já ocorreu em minha vida. Não foi uma nem duas vezes, talvez não consiga enumerá-las, mas que aconteceu, aconteceu. Por quê? Porque permiti que a minha fé esmorecesse, que o meu racionalismo me fizesse acompanhar os ponteiros do relógio e a riscar no calendário o passar dos dias. Minha razão fez com que me esquecesse, por várias vezes, que: o tempo de Deus (kairós) é completamente diferente do tempo do homem (Chronos); a lógica humana não é compatível com a lógica divina e, principalmente, Deus não está sujeito à minha vontade e sim o contrário, pois Ele é o criador, Todo-Poderoso e não eu, ser criado e sem poder, já que o poder que tenho, por Ele me foi dado.
Quero esclarecer que o Senhor não despreza a nossa razão, pois foi Ele que nos deu a capacidade de pensar, a inteligência, inclusive para interpretar e compreender as Sagradas Escrituras, entretanto, o Pai deseja nos ajudar a desenvolver nossa capacidade e inteligência espiritual. Se a resposta às minhas orações ainda não chegaram, e estou em vida santa e obediente, não preciso ter medo, ficar aflita em minha alma ou me deixar ser conduzida pelas circunstâncias e palavras humanas. É necessário persistir.
Quando Jesus declarou na parábola encontrada no Livro de Lucas: “Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? (Lc 18.7). O Filho de Deus, traz a nossa memória um dos atributos imutáveis do Senhor: a Justiça. O Senhor jamais deixará sem resposta uma causa dos seus Filhos que andam em retidão. Ele é a justiça e também é onisciente, sabe a hora certa e o momento correto que estaremos preparados para receber a nossa resposta.
Muitos de nós têm esse conhecimento e compreensão sobre o caráter de Deus, entretanto, nos falta o exercício da fé. A Palavra diz que: “A fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo” (Rm 10.17). É necessário da minha parte o esforço, a dedicação de desenvolver essa fé e isso, amado irmão (a), tenho experimentado no meu relacionamento com o Senhor. Quando declaro versículos da Bíblia estou fortalecendo a minha fé; quando canto um louvor, estou fortalecendo a minha fé, quando me ajoelho ou me prostro diante do Senhor de olhos fechados e tenho uma conversa franca com o Pai, estou fortalecendo a minha fé. Uma fé forte não perde a intensidade, o vigor ou o ânimo não esmorece!
Para ampliar a sua compreensão sobre o exercício da fé, pense no exercício dos músculos. O seu corpo é formado por vários grupos musculares. Para fortalecê-los o que você faz? Se exercita, investe tempo e se esforça. Do contrário, permanecerão da mesma maneira. Do mesmo modo é a fé. Você a tem, ela é fruto do Espírito Santo, mas é necessário que você a exercite, senão ela diminuirá, se esfriará.
A viúva da parábola contada por Cristo, todos os dias pedia ao juiz iníquo que julgasse a causa dela. A fé daquela mulher era admirável, a Bíblia não informa, mas ela tinha um problema com outra pessoa e não devia (penso eu) ser fácil de administrar. A dificuldade estava ali, dia após dia, mas ela também estava, dia após dia, clamando pela sua resposta.
Não sei há quanto tempo você ora e pede uma ou várias respostas ao Senhor, mas peço que não desanime e exercite a sua fé. Faça do seu tempo de espera, um tempo de desenvolvimento da sua capacitação espiritual. Deus sabe a hora certa de respondê-lo e quando essa hora chegar você se alegrará não apenas por ter recebido o que aguardava, mas também pelo crescimento espiritual, resultado da sua espera no Senhor.
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/nao-esmoreca/
BOA NOITE A TODOS E FIQUEM NA PAZ DE CRISTO JESUS!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A ilusão dos frequentadores de Igreja

“O campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno ” (Mateus 13.38)

O Senhor Jesus disse que o Reino de Deus deve ser comparado a uma plantação onde nascem o trigo e o joio. São parecidos, crescem juntos, e é quase impossível diferenciar um do outro. Assim também é a pessoa carnal que em algumas oportunidades pode confundir-se com aquele que é espiritual. Nesse caso a semelhança é apenas aparente. Jesus disse que o joio representa os filhos do maligno, ou seja, aquele que anda praticando as obras da carne.
O apóstolo Paulo, escrevendo aos Gálatas, lembra-nos que “as obras da carne são conhecidas e são: Prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizade, porfias, ciúmes, iras, discórdia, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonaria e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos prevenir, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam” (Gálatas 5.19-21).
A pessoa que não nasceu de novo e que apenas frequenta regularmente a igreja pode, por exemplo, não deixar de ser idólatra. Por isso, no seu comportamento diário ela idolatra pai, mãe, pastor e outros. Algumas pessoas chegam a dizer: “Se esse pastor sair da igreja, eu também saio”. Pessoas que agem assim, infelizmente não conhecem nada a respeito de Deus, ainda não entraram no Reino de Deus. Quem se encontra em tal situação deve conscientizar-se de que está vivendo no engano.
Os discípulos de Jesus eram como essas pessoas. Viviam com o Senhor, mas ainda não haviam nascido do Espírito. Isso só ocorreu depois que Jesus subiu aos céus e derramou o Espírito Santo na época de Pentecostes. Até então eles eram covardes. Quando o Mestre foi preso, ficou sozinho e ninguém procurou ajudá-lo.
A revelação dada pelo Espírito Santo é a luz para seguirmos firmes e inabaláveis, mas nem todos a têm. Embora a maioria das pessoas diga acreditar em Deus, poucas creem nas profecias e promessas divinas. Jesus afirmou que só entrará no Reino dos Céus aquele que nascer da água e do Espírito, não aquele que frequentar uma igreja. Devemos nos entregar verdadeiramente a Ele, receber o dom do Espírito e viver em obediência à sua Palavra, além de viver a plenitude da vida que Deus preparou para nós.
Sofremos por falta de conhecimento
Desinformação no meio do povo de Deus, sem dúvida, é a causa maior de muitas pessoas sofrerem. Infelizmente, não somos ensinados a crer na verdade, pois nossos mestres ensinam que Jesus realizou toda espécie de milagres em seu ministério terreno, mas, ao mesmo tempo, por terem aprendido erroneamente sobre o evangelho, afirmam que, hoje, somente privilegiados conseguem as graças de Deus. Jesus é o nosso exemplo, Ele veio para nos revelar o Pai celeste e ensinar como devemos proceder para receber suas bênçãos. Quem deseja ser bem-sucedido na fé precisa esquecer doutrinas humanas e mergulhar naquilo que o mestre disse e demonstrou.
Como é triste ver os filhos de Deus mendigando ajuda. Alguns estão desesperados, pois tudo o que aprenderam sobre vida cristã não funciona. Somente um retorno ao entendimento dado por Jesus acerca do Altíssimo, do homem e da fé, será capaz de tirar as pessoas da cegueira causada pelo maligno. Parece incrível, mas o maligno oprime muitos cristãos. Por falta de conhecimento da Palavra eles dão brechas para que o inimigo os atinja.

Sempre que a pregação da fé for ministrada, o Senhor Deus operará milagres, os mesmos prodígios que eram realizados por Jesus e até maiores ainda. Se agirmos da maneira como Ele agiu, obteremos resultados idênticos, Jesus prometeu. “Na verdade, em verdade, vos digo que aquele que crê em mim, também fará as obras que eu faço; e as fará maiores do que estas. Porque eu vou para o meu Pai” (João 14.12).
Deixar de crer no Senhor é insensatez. Por outro lado, confiar em Suas palavras é a maior virtude que alguém pode ter. O exemplo foi dado pelo Salvador. Funcionou com Ele e o mesmo acontecerá conosco. Agora, pergunto: Se o Mestre dos mestres veio nos alertar sobre as perversidades do Diabo, ensinar sobre o amor do Altíssimo e como nos livrarmos do sofrimento, por que não temos praticado suas lições? A resposta está na negligência do ser humano, que tem achado melhor deixar de lado essas ordenanças e inventar uma série de atitudes improdutivas.
Longe de nós toda religiosidade
“A morte e a vida estão no poder da língua; aquele que a ama comerá do seu fruto” (Provérbios 18.21). Isso significa que quem confessa o fracasso, provavelmente, será um fracassado. Cada vez que uma pessoa abre a boca para dizer que não é capaz ou que algo sairá errado em sua vida, estará sujeito a esse mal. Essa é a origem da fraqueza humana: a debilidade diante dos obstáculos.
Existem pessoas que têm uma visão pessimista da vida, mas o segredo para ter uma vida abençoada é glorificar sempre ao Senhor Jesus no momento das lutas. Pois, Ele nos dará a vitória pela fé. E isso não se aprende na escola e sim conhecendo e obedecendo a Palavra de Deus.
Portanto, se você não tem nada de bom para falar, melhor é manter-se calado do que proferir palavras negativas a respeito de si ou a respeito do seu próximo. O mal está acostumado a colocar na mente das pessoas a ideia falha de que elas não merecem os favores de Deus. Não é por mérito que alcançamos a salvação, mas pela fé. E a certeza de que Deus cumprirá o que prometeu é a fé sobrenatural. Essa é a grande diferença entre o religioso e o verdadeiro cristão, a sua confiança em Deus.

Quando Adão e Eva caíram “foram abertos os olhos de ambos e conheceram que estavam nus; pelo que cozeram folhas de figueira e fizeram para si aventais” (Gênesis 3.7). Porém, Deus removeu aquelas vestimentas frágeis e que seriam destruídas com o tempo e “Fez túnicas de pele para Adão e sua mulher e os vestiu” (Gênesis 3.21).
Estabelecendo uma analogia entre esses versículos, religiosidade é usada atualmente por alguns para encobrir os seus erros, entretanto, como aquele animal morto para fazer as túnicas de pele para Adão e Eva, o Senhor Jesus entregou- se como sacrifício na cruz do Calvário, para que por meio do seu sangue cada um de nós pudesse vestir a Salvação Eterna. O Senhor Jesus disse: “Todo o que o meu Pai me dá, virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançará fora” (João 6.3,7). Mantenha a chama da fé acesa em seu coração e persevere em busca da sua salvação. Viva de acordo com os conselhos de Deus.
:: Maria Bonisen
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/a-ilusao-dos-frequentadores-de-igreja/

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Quem somos enquanto mudamos...

Não, “viver bem a vida” não significa fundamentalmente aproveitar o máximo de eventos que geram prazer. Para isso, não se exige muito do que se exigiria de um animal. Não seria necessário quase nenhuma reflexão e nenhum esforço. Principalmente neste tempo em que vivemos debaixo de uma eficiente indústria do entretenimento, tudo o que desejamos é “entregue em domicílio”.

Para viver bem é preciso muito mais: desenvolvimento de virtudes, sujeição ao aprendizado, relacionamentos integrais (com Deus e com o próximo), liberdade para fazer escolhas, etc.
No entanto, neste texto quero focar uma coisa apenas: para viver bem precisamos adotar uma constrangedora e radical postura de realismo. Não confunda realismo com pessimismo, pragmatismo ou materialismo. Falo de um profundo senso de clareza a respeito de como as pessoas são e como as coisas funcionam. E qual o caminho para encontrarmos este nível de realismo?
Discernindo os tempos, as estações e as fases de vida. Mais do que contabilizar os dias, os meses, os anos, precisamos meditar e perceber as mudanças de fases. O jovem que se torna adulto; o adulto que se vê na meia-idade; e o de meia-idade que alcança a velhice.
Enxergarmos, de fato, quem somos enquanto mudamos, faz toda a diferença diante da jornada. Tal discernimento vem, aos poucos, enquanto caminhamos no ordinário da vida. É nesse ordinário que encontramos as pessoas e ouvimos a voz de Deus. É neste ordinário que encontramos a Bíblia, a comunidade de fé, a teologia, mas também as celebrações, o humor, a dor, a esperança… Ou tudo isso junto.
O prazer (por que não?) também pode ser encontrado na dimensão ordinária da vida, mas ele nunca deve ser o fim último ou o sentido único da caminhada, sob o peso de tornar a vida menos real e, de quebra, nos privar da maturidade que vem com a coragem de sorrir, mas também de chorar.
O endeusamento do prazer pode ser visto facilmente no Facebook ou em outra rede social qualquer. Fotos de pessoas em festas com copos de cerveja, como se isso fosse única expressão legítima da felicidade. Mensagens egoístas de quem acha que se não encontrar o “amor da sua vida” não vale a pena viver. Frases ilustradas que expressam o pensamento de uma realidade “faz de conta”, que só funciona mesmo em espaços virtuais e efêmeros, sem compromisso com as consequências dessas frases.
Sinto dizer que a vida é bem maior (mais complexa, mais difícil, mais profunda e mais bela) que nossa vã filosofia de botequim (ou de timeline).
Ironicamente, a facilidade de mudar e a alta velocidade das mudanças têm impedido de percebermos quem somos, enquanto mudamos. Tornamo-nos confusos, enquanto cantarolamos “sou uma metamorfose ambulante”. Se assim é, a vida também não passa de um amontoado de informações fúteis que nos levam a lugar nenhum.
Imagens: internet
::Fatos e Correlatos – Lissânder Dias (Ultimato)
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/quem-somos-enquanto-mudamos/

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O Consolador

“Eu, eu mesmo, sou quem o consola” (Isaías 51.12)
Os vários nomes do Espírito Santo descrevem o Seu caráter e o Seu ministério em nossa vida. Ele é o nosso mestre, o nosso ajudador, o nosso intercessor, o nosso advogado, o nosso fortalecedor e o nosso auxiliador. Esses nomes revelam o que o Espírito Santo quer fazer pelos crentes. Hoje quero colocar o foco nele como o nosso Consolador (ver João 14.16).
Durante muitos anos eu costumava ficar zangada regularmente com meu marido porque ele não queria me consolar quando eu sentia que precisava de consolo. Estou certa de que ele tentava, mas agora entendo que Deus não permitia que Dave me consolasse, pois eu precisava buscar consolo no Espírito Santo. Ele teria me dado todo o consolo que eu precisava, se eu simplesmente pedisse isso a Ele.

Deus permitirá que as pessoas façam apenas certa dose de coisas por nós, e não mais. Até as pessoas que nos são extremamente próximas não podem nos dar tudo que precisamos o tempo todo. Quando esperamos que os outros façam por nós o que somente Deus pode fazer, as nossas expectativas estão no lugar errado e ficaremos sempre decepcionados.
O consolo de Deus é muito melhor que o de qualquer outra pessoa. Uma pessoa nunca pode nos dar o que realmente precisamos a não ser que Deus designe e unja essa pessoa para nos ministrar, o que Ele muitas vezes faz. Não obstante, Deus é a única fonte de verdadeiro consolo, e quando precisarmos devemos ir até Ele para recebê-lo da maneira que Ele considerar adequado. Se você está sofrendo hoje, eu o encorajo a pedir a Deus o consolo divino.
A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: Busque e receba o consolo de Deus.
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/o-consolador/

Não espere a Maturidade Chegar

Davi foi um herói, disso ninguém tem dúvidas. O maior rei de Israel, homem segundo o coração de Deus, autor de grande parte do cancioneiro israelita, que até hoje é entoado e declamado por todos aqueles que seguem o cristianismo. Davi surgiu e marcou a história.
Davi começou sua jornada ainda jovem, ainda adolescente. Davi não esperou chegar a “maturidade”. Na verdade, Deus não esperou que Davi fosse adulto para servi-lo. O próprio Deus enviou seu servo Samuel para ungi-lo. O próprio Deus separou Davi enquanto ainda era adolescente para que este cumprisse a sua missão.
A primeira ação de Davi em favor do povo de Israel é bem conhecida, foi a grande (e curta) batalha entre ele e o gigante filisteu Golias. Algo memorável e que marcou a história da nação. Algumas coisas aconteceram nesse fato que nos ajudam a entender porque Deus optou por um adolescente para servi-lo e honrá-lo de forma tão preciosa, intensa, inesquecível, que se encontra registrada no livro de I Samuel 17.

1. Davi foi além da sua atribuição: a função de Davi era levar a marmita para seus irmãos e voltar com a notícia sobre a batalha para seu pai. Não ficou acomodado em sua função, mas agiu com o impulso de um adolescente ao envolver-se na batalha;
2. Davi foi curioso: Ao chegar ao campo de batalha, sua “curiosidade” o levou a descobertas importantes para seu envolvimento com a batalha. A curiosidade nem sempre é um defeito. Pode ser usada, também, como virtude, para descobertas que criem a oportunidade de defender e honrar o nome de Deus.
3. Davi lutou pela sua identidade: Davi tinha bem claro que sua identidade estava na autoridade e soberania de Deus, e que ninguém poderia afrontá-la. Por isso, encarou com ousadia a afronta que o gigante estava fazendo não ao povo de Deus, mas ao próprio Deus;
4. Davi foi inovador: Nunca alguém tinha enfrentado um inimigo mortal e cruel com um “estilingue”. Sua habilidade possibilitou que inovasse na “arte da guerra 1×1”. Se Davi fosse conservador, não teria pegado o inimigo de surpresa e o derrotado tão rapidamente, sem chance de defesa;
5. Davi recebeu oportunidade e não descartou: O rei Saul poderia ter impedido Davi de lutar, mas arriscou seu trono, sua coroa ao permitir que ele o fizesse. Na verdade, Saul não tinha mais opções, e Davi aproveitou cada segundo para servir e mostrar seu compromisso com Deus, com a nação e com seu líder;
6. Davi não usou os recursos dos adultos: Até tentaram, mas Davi não aceitou vestir-se como um adulto para a luta. Usou os próprios recursos. Uma armadura de adulto impediria que Davi colocasse em prática sua agilidade, velocidade, força e pontaria;
7. Davi bateu boca com o inimigo: Davi questionou, confrontou, não se intimidou diante do seu oponente. Peitou o inimigo, não por rebeldia, mas por ousadia e impulso em defender o nome de Deus. Peitou o inimigo porque ele não tinha dúvidas de que seria o vencedor, pois seu negócio era fazer a vontade daquele que o chamou, como Paulo instrui a Timóteo.
Davi tinha sim algo especial para ser encontrado na história como o grande rei e herói de Israel. Ele andava com Deus. Não era seu status social, sua idade, o tamanho da sua igreja, a marca do seu tênis ou seu currículo da escola dominical. Era o fato de que ele aprendeu a andar com Deus e tinha sua identidade no Senhor.
Se você é adolescente, não espere tornar-se adulto para servir a Deus. Você vai desperdiçar muito tempo da sua vida aguardando por isso. Se você é adulto, não impeça que os adolescentes sirvam a Deus. Pelo contrário, unja-os com ousadia e confiança, incentivando que eles façam a obra de Deus sem ter que se submeter aos estereótipos adultos.
:: Rodolfo Gois – Revista Ultimato

Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/nao-espere-a-maturidade-chegar/

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Hábitos que Transformam

Em 1989, o reverendo John Stott veio ao Brasil para falar num dos congressos da VINDE – Visão Nacional de Evangelização. Depois de uma de suas palestras nos reunimos para conversar com ele. Era um grupo pequeno de jovens pastores, sentados em torno de um dos maiores expositores bíblicos da nossa geração, perto de completar 70 anos. A conversa seguiu animada. Ele nos deu liberdade para perguntas pessoais e, entre outras, não faltaram aquelas sobre o porquê de não se casar.

Porém, de todas, guardei apenas a resposta que ele deu quando lhe perguntaram sobre a razão do seu longo ministério tão frutífero. Ele respondeu: “Leio a Bíblia e oro todos os dias, vou à igreja todos os domingos e nunca falto à celebração da Eucaristia”. A resposta foi surpreendente por sua simplicidade.
Sabemos que ler a Bíblia e orar todos os dias, ir aos cultos e participar da Ceia nunca foram, por si só, sinais confiáveis de espiritualidade, muito menos um caminho seguro para a maturidade. Muitas pessoas fazem isso por puro legalismo. Por outro lado, sabemos também que não fazer nada disso é um caminho seguro e certo para o fracasso espiritual.
O doutor James Houston, criticando o abandono da leitura devocional em nossos dias por uma literatura funcional e pragmática, afirma: “Os hábitos de leitura do chiqueiro não podem satisfazer a um filho e aos porcos ao mesmo tempo”. Ao usar a imagem da Parábola do Filho Pródigo, ele nos chama a atenção para o risco de nos acostumarmos com a vida do chiqueiro. Para Houston, as práticas devocionais nos ajudam a perceber que existe algo maior e mais excelente na vida de comunhão com o Pai.
O reverendo A. W. Tozer (1897-1963) escreveu um artigo afirmando que “Deus fala com o homem que mostra interesse”, e que “Deus nada tem a dizer ao indivíduo frívolo”. Mais do que cultivar o hábito de ler a Bíblia, orar e participar do culto, o que na verdade fazemos quando cultivamos estas práticas devocionais é demonstrar o interesse vivo que temos por Deus e por sua Palavra.
Da mesma forma como a vida necessita do básico (ter o suficiente para comer e vestir, onde descansar), a natureza da vida espiritual repousa sobre o que é essencial (Bíblia, oração, comunhão, adoração e missão). São esses hábitos básicos que nos colocam no lugar onde podemos experimentar a graça de Deus e crescer.
Há hoje muita oferta para a vida e para a espiritualidade. A sedução do supérfluo despreza o essencial. Vivemos o grande perigo de negar o básico, achando que podemos experimentar a graça de Deus e provar sua bondade e amor sem nos aquietar e deixar que sua Palavra molde nosso caráter, que a oração fortaleça nosso espírito e que a comunhão nos sustente em nossa identidade como povo de Deus.
As disciplinas espirituais básicas cultivadas pelo reverendo Stott ao longo de sua vida formaram seu caráter como cristão. Nada pode substituir a prática diária da oração nem a leitura devocional das Escrituras. Nada substitui o valor do culto comunitário nem o mistério da Eucaristia. O cultivo destas disciplinas requer de nós não apenas tempo e perseverança, mas também humildade e coragem para sermos transformados pelo poder de Deus.
Deus não nos chamou para a realização pessoal, mas para a comunhão pessoal e íntima com ele e o próximo. Deus não nos chamou para sermos operários agitados do seu reino, mas para amá-lo e amar ao próximo de todo o coração. Os hábitos devocionais libertam-nos da “normalidade” do chiqueiro e nos transportam para uma existência de comunhão com Deus que enobrece a vida. São estes hábitos que preservam nossos olhos voltados para o alto, para que, aqui na terra, nossa existência ganhe a grandeza dos ideais divinos.
As práticas devocionais fazem parte do processo formativo da alma diante de Deus. Precisamos cultivá-las a fim de permanecermos em sintonia com o reino de Deus, que molda o nosso caráter em Cristo. É a palavra de Deus que devolve a vida aos “ossos secos” da agitação moderna.
Fotos: Internet
• Ricardo Barbosa de Sousa – Revista Ultimato
Texto extraído do site: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/habitos-que-transformam/

sábado, 28 de junho de 2014

Seja um Crente Relacional

"Mas agora, em Cristo Jesus, vocês, que antes estavam longe, foram aproximados mediante o sangue de Cristo. "

(Efésios 2:13)

Já fui o que chamo de uma “crente religiosa”. Durante esse período eu só pedia ajuda a Deus quando era confrontada com o que me parecia ser uma situação desesperadora, uma crise ou um problema grave para o qual não conseguia encontrar uma solução sozinha. Durante esse tempo, eu orava- não muito- mas orava- não muito- mas orava, porque essa era a atitude “religiosa” a ser seguida.

Depois que me tornei o que chamo de uma “crente relacional”- alguém que tem um relacionamento com Deus-, aprendi rapidamente que o Espírito Santo estava vivendo em mim para ser meu Consolador, meu Professor, meu Amigo e meu Auxiliador- e descobri que eu precisava de ajuda para tudo, desde arrumar meu cabelo adequadamente, ter uma boa pontuação no boliche e escolher o presente certo para uma amiga, até tomar as decisões certas e superar as circunstâncias desesperadoras e os problemas graves da vida.
Quando realmente compreendi essa verdade e percebi que Jesus não morreu para me levar a um relacionamento pessoal e profundo com Deus, passei de uma “crente religiosa” para uma “crente relacional”. Minha  fé já não se baseava mais no que eu considerava como “minhas boas obras”, mas nas obras de Jesus. Vi que a misericórdia e a bondade de Deus abriram um caminho para que eu recebesse a Sua ajuda em todas as áreas, ouvisse a Sua voz e desfrutasse uma comunhão íntima com Ele.
A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: seja relacional e não religioso
Texto extraído do site: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/seja-um-crente-relacional/

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

JESUS É O NOSSO PASTOR

Jesus é a razão da nossa vida; nós o amamos porque Ele nos amou primeiro. Conhecer a Jesus é conhecer a Deus. Não é ter o conhecimento sobre Ele, mas conhecê-lo no nosso íntimo. Jesus não se parece com Deus, Ele é Deus: “Quem me vê a mim, vê o Pai” (Jo 14.9).

Temos que viver totalmente rendidos, entregues ao Senhor, desejando, acima de tudo, a vontade de Deus, como ovelhas do rebanho do Bom Pastor.
O pastor sabe o nome que lhe foi dado aqui e o nome que você terá na glória, pois receberemos um novo nome.
Em João 10.3 está escrito: “Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora”. Jesus nos chama pelo nome, ele sabe o seu nome. Ele sabe até quantos fios de cabelo temos.

O maior inimigo que temos não é o diabo; Jesus não disse para vencermos o diabo, isso é problema do Pastor; nosso maior inimigo é a ignorância. Jesus não disse para vencermos o diabo, pois a vitória sobre o diabo Ele já conquistou, apenas temos que ter o conhecimento de que o nosso Pastor, o Sumo Pastor, esmagou a cabeça da serpente. O diabo é um leão desdentado que ruge ao nosso derredor.
O Bom Pastor quer reunir as suas ovelhas. Algo que traz muita alegria ao coração dele é quando nos vê reunidos junto aos irmãos da congregação. No verso 16 de João 10, Jesus diz: “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor”.
As ovelhas devem ouvir a voz do Pastor, mas, muitas vezes, ouvem apenas aquilo que querem ouvir. O grande drama das ovelhas é esse. Conta-se que uma moça, ovelha de Jesus, que vivia numa cidadezinha queria se casar, e apareceu-lhe um moço que não era crente, era um lobo. Ela então pediu: “Senhor, fale ao meu coração se é ele o meu esposo ou não, mas eu quero que o Senhor fale comigo. Às seis horas, quando o sino bater, eu quero que o Senhor me diga se é ele mesmo com quem devo me casar”. Às seis horas o sino começou a bater e ela entendeu o som do sino como: “É o João, é o João, é o João”. Acreditou que foi resposta para ela, e, por isso, se casou com o João. Mas logo o João colocou as garras para fora, e a moça se decepcionou. Novamente orou: “Deus, fale comigo se era o João mesmo, fale comigo pelo mesmo sino que eu ouvi daquela vez”. Ela estava tão sofrida e, naquele mesmo lugar, na mesma hora, às seis horas, o sino iria bater e ela queria a confirmação se era o João mesmo. Às seis horas o sino começou a bater: “Era não, era não, era não, era não”. O que isso significa? Que muitas vezes ouvimos o que queremos ouvir.
Você não ouvirá algo diferente do que está na Palavra. Você pode correr para todos os lugares, mas não pode, de maneira alguma, ouvir algo diferente daquilo que diz a Palavra. A Palavra diz de uma forma tão clara que o pastor guia, e a maneira dele guiar é pela Palavra.
Você conhece a voz de Jesus? Você sabe que é Ele que está falando com você? Ele nunca falará algo diferente do que está na Palavra. Se não está de acordo com a Palavra, cuidado!“Disse-me o Senhor: Viste bem, porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir” (Jeremias 1.12).
É fácil você saber: a voz do estranho é voz de confusão. Se alguém disser que recebeu uma revelação que nunca ninguém teve, nem um profeta, cuidado! Toda revelação está na Palavra. Seguir a Jesus é a coisa mais simples que existe, mas muita gente complica tanto! Você precisa conhecer a Bíblia, se alimentar da Palavra dele para não ser enganado.
Deus abençoe!
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-igreja/jesus-e-o-nosso-pastor/

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Confissão e Arrependimento

“Lava- me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado” (Sl 51.2)
A oração de confissão e arrependimento é muito importante para que tenhamos paz e saúde espiritual. É uma tarefa diária e rotineira, assim como limpamos diariamente a nossa casa, o nosso ambiente de trabalho… É como um banho diário e vestir roupas limpas. Não há nada mais gostoso do que dormir com o corpo limpo, numa cama limpa, e estar vestido com roupas com o suave perfume de limpeza. Na vida espiritual também é assim. Precisamos dormir, ou melhor, descansar o coração no aconchego do perdão do Senhor, do perdão do próximo a quem possamos ter ofendido, e que o Espírito Santo nos leve a pedir perdão e reconciliação.


Nunca durma com o mau cheiro do pecado em seu coração, nem com a intenção de maldade no seu interior, “Deixa a ira, abandona o furor; não te impacientes; certamente, isso acabará mal” (Sl 37.8). O Senhor disse a Caim: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo” (Gn 4.7).
Jesus nos ensinou a orar dizendo: “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!” (Mt 6.12-13).
Faça agora esta oração de “limpeza interior”. Peça perdão por seus pecados, confesse-os e abandone-os. Perdoe a quem possa tê-lo ofendido ou maltratado. E peça ao Senhor força, graça e coragem para não cair quando for tentado.
Vá! Ore agora! Ele está lhe esperando para derramar sobre você o bom perfume do seu perdão e o doce frescor da presença de Seu Espírito Santo, em seu coração.
:: Pra. Ângela Valadão Cintra
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/confissao-e-arrependimento/

sábado, 11 de janeiro de 2014

Para habitar no esconderijo do Altíssimo (Salmos 91)

Não é preciso muito esforço para saber que estes são dias difíceis. Basta ler um jornal, ligar a TV, ouvir o rádio ou as conversas que nos rodeiam. As notícias são: caos, tragédias, tristezas… Estamos rodeados de notícias ruins. Muitas vezes o sentimento é de não ter saída. Para onde correr? Onde encontrar abrigo seguro? Podemos correr para a Palavra de Deus! Existe um lugar, o esconderijo do Altíssimo, onde há paz e segurança. Nele, podemos estabelecer moradia, habitar à sombra do onipotente! Mas como podemos receber essa palavra e torná-la real e eficaz, nestes dias tão difíceis?
Como podemos desfrutar desse lugar seguro? Buscando as direções na Palavra de Deus. As notícias dizem que tudo vai mal, e elas anunciam fatos reais. Inegáveis. Fatos que fazem o medo crescer e nos enclausuram. Contudo, não somos do mundo, apesar de estarmos no mundo. Temos uma escolha todos os dias: orientar-nos pelo modelo do mundo ou tomar como regra a Palavra de Deus e segui-la.
O que a Palavra de Deus diz a nosso respeito:
- Somos filhos de Deus e podemos viver como tais (João 1.12, Efésios 1.5; 2.1 a 6).
- Temos uma marca que nos diferencia (1 João 5.18, Efésios 1.13).
- Somos cidadãos do céu (Filipenses 3.20, Colossenses 3.1 a 3).
O Senhor Jesus disse que passaríamos por aflições (João 16.33). Não podemos negar as necessidades e carências deste mundo. São fatos. Contudo, podemos assumir a nossa realidade espiritual e viver de acordo com a Palavra de Deus. Devemos ser o sal e a luz que influenciam o mundo e não sermos influenciados por ele. (Mateus 5.13 e 14) E, nunca esquecer que nada pode tocar no Espírito de Deus que habita em nós, nada pode nos separar do amor do Deus (Romanos 8.38 e 39). Ainda que as notícias nos remetam a desesperança, podemos filtrar estas informações pela ótica da Palavra de Deus e viver nos seus moldes.
Viva o que a Palavra de Deus diz a seu respeito e descubra o lugar perfeito: o esconderijo do Altíssimo.
:: Nilma Gracia Araujo 
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/para-habitar-no-esconderijo-do-altissimo/
QUE ESTE ANO PARA MIM E VOCÊ POSSAMOS NOS ESFORÇAR PARA MAIS E MAIS ESTARMOS PERTO DO SENHOR, POIS PERTO DE NÓS ELE SEMPRE ESTÁ, SEJAMOS TOMADOS PELO ESPÍRITO SANTO DE DEUS E ASSIM HABITAREMOS NO CENTRO DA VONTADE DE DEUS, 2014 ANO DE REDENÇÃO, SALVAÇÃO, ARREPENDIMENTO, MENOS DE NÓS E MAIS DE DEUS...


Novamente refletindo...

"Tendo Jesus concluído todas as suas palavras dirigidas ao povo, entrou em Carfanaum. E o servo de um centurião, a quem este muito est...